Cenário atual indica Bolsa de Valores como um dos bons meios de investimento em 2019

Por que o brasileiro deveria buscar conhecimento e investir mais em bolsa de valores?

Da Redação

Pesquisas revelam que a cada ano mais investidores são atraídos para a Bolsa de Valores no Brasil. Ainda estamos longe de patamares como os dos Estados Unidos, Europa e Ásia, todavia, com um conhecimento mais aprofundado sobre o tema,  mais e mais pessoas passam a enxergar na renda variável excelentes oportunidades para diversificação de carteira.

Em um universo de 90 milhões de correntistas bancários, ainda não atingimos a marca de 1 milhão CPFs cadastrados na B3 (antiga BM&F Bovespa). Mas por que o brasileiro deveria buscar conhecimento e investir mais em bolsa de valores?

Os assessores da Plátano Investimentos de São José dos Campos, com mais de 10 anos de experiência no mercado, explicam que as boas perspectivas para o mercado acionário brasileiro estão calcadas na agenda reformista do governo, principalmente com a aprovação da reforma da previdência, que deve impulsionar o índice da bolsa de valores dos atuais 98 mil para 125 mil pontos, segundo a área de Research da XP Investimentos.

Este cenário de confiança na estabilização da economia se reverte em fatores concretos, como um maior crescimento projetado do PIB brasileiro, a taxa de juros básica (Taxa Selic) no patamar mais baixo da história – o que inviabiliza rentabilidade significativa na renda fixa – lucros das companhias revisados para cima (cerca de 23% em 2019), taxa de desconto nos preços atuais das ações e a entrada de fluxo de capital, nacional e internacional, no mercado financeiro.

Então, se o investidor busca maior rentabilidade de sua carteira, esse é o momento de considerar diversificar seus investimentos também na renda variável? A resposta é sim. Contudo, há que se considerar diversos fatores.

“Cada investidor tem seu perfil: conservador, moderado e agressivo, e para cada tipo de perfil, uma fatia da carteira total é alocada em renda variável. Por exemplo, para os moderados, de 10% a 20% da carteira pode ser destinada à bolsa, a depender sempre da decisão final do investidor”, explicou Rodolfo Manfredini, assessor da Plátano Investimentos.

Como a busca pelo patamar dos 125 mil pontos para o IBOV deverá aumentar a volatilidade característica dos mercados de renda variável toda cautela é necessária, bem como é de suma importância que o investidor busque um assessor de investimentos para melhor lhe orientar a respeito do mercado, sempre apresentando produtos que respeitem o perfil do cliente e o risco/retorno por ele desejado.

Serviço

Plátano Investimentos: Av. Cassiano Ricardo, 319, sala 2106. Ed. Pátio das Américas. Jardim Aquarius. (12)3322-8916

 

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