Fundador do Mercado Bitcoin pretende negociar a R$ 30 bilhões até 2022 com nova exchange

Empreendedor está criando plataforma Digitra.com que mira mercados europeu e asiático, além do brasileiro

Da Redação | outrosquinhentos.com | São Paulo

O mercado de criptomoedas evoluiu muito nos últimos anos. Somente em junho deste ano, foram negociados 2.7 trilhões de dólares no mundo, mesmo com a queda no preço . Sua popularização é recente, mas tem quem conheça esse mercado há muito tempo, quando o Bitcoin ainda não passava dos três dígitos de valor.

Rodrigo Batista conheceu o universo do Bitcoin quando desenvolvia os softwares de negociação em bolsa de valores do banco de investimentos Morgan Stanley, em 2011. Mas sua primeira operação ocorreu somente no ano seguinte, quando comprou 14 bitcoins por 100 dólares. Para comprar a mesma quantia hoje seriam necessários mais de 2 milhões de reais.

A partir dali ele saiu do mercado financeiro tradicional e fundou o Mercado Bitcoin, que hoje é uma das maiores corretoras de criptomoedas no Brasil. Chamou outros sócios e foi CEO da empresa até 2018, quando a vendeu já com 1,5 milhões de clientes.

Nos últimos dois anos Rodrigo estudou administração de empresas em Harvard, no OPM, em Harvard, curso pelo qual passaram empreendedores como Beto Sicupira da Ambev e o publicitário Nizan Guanaes. Rodrigo investiu na criação de outras startups e em paralelo construiu uma nova plataforma de negociação de ativos digitais, chamada Digitra.com.

“Hoje o líder de negociação de ativos digitais no Brasil e no mundo é a chinesa Binance. A competição agora é global e por isso estou criando a Digitra.com, para concorrer em todos os mercados. Acredito também que o mundo de finanças tradicional e de ativos digitais vão se juntar e estou me antecipando a isso, trazendo um nível de segurança,governança e produtos inéditos”, diz Batista.

Para criar um negócio de escala planetária, a empresa criou tecnologia própria com um time de 16 pessoas e fez parceria com empresas globais como a israelense Fireblocks, especializada na guarda e seguro dos ativos digitais para instituições financeiras.

Com essa proposta, pretende chegar a um milhão de clientes cadastrados já no final do próximo ano e negociar 30 bilhões de reais no mesmo período.

“O desafio é gigante. Mas era ainda maior quando entrei neste mercado e ajudei a dar o chute inicial dele no Brasil”, afirma Rodrigo.

O projeto tem sido financiado com recursos próprios dos sócios. Agora já é negociada a entrada de fundos para aumentar a escala após o lançamento, que ocorrerá neste ano.

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