Pesquisa revela que 35,7% dos consumidores devem gastar mais de R$500 na Black Friday

Pesquisa de intenção de compra estuda o comportamento e intenção de compra do consumidor brasileiro para a data comercial mais aguardada pelo varejo

por outrosquinhentos.com

A Social Miner, empresa que une dados de consumo, tecnologia e humanização para ajudar sites a otimizarem seus resultados, se uniu a Opinion Box e lançou sua pesquisa de intenção de compra para a Black Friday 2019. A data está entre as que mais movimentam o varejo online e deve faturar R$ 3,3 bilhões para os e-commerces neste ano, crescendo 15% em relação a 2018, segundo projeção do NeoTrust.

O material aponta que apenas 1,1% dos respondentes não conhecem ou não sabem o que é a Black Friday. Ou seja, o evento já se consolidou no mercado e a maioria (98,9%) dos consumidores brasileiros o conhecem. Porém, não é só isso: 78,9% desse público tem a intenção de aproveitar as ofertas do período e 18,3% ainda está na dúvida, restando apenas 2,8% que não deve comprar.

Por se tratar de uma data comercial com foco em grandes descontos e negócios vantajosos para o consumidor, é natural que preços competitivos e promoções sejam os aspectos mais relevantes para a escolha de uma loja, com representatividade de 83,3% e 73,7% entre o público – que pôde optar por mais de um fator na pesquisa, daí a soma superior a 100%.

No entanto, o estudo da Social Miner descobriu que as pessoas também valorizam itens como o valor do frete, importante para 43,2% do público; facilidade no pagamento, opção de 30,1%; além de facilidades na hora da compra e bom prazo de entrega, que ficaram tecnicamente empatados, com 23,7% e 23,6%.

Outro dado relevante é que 54,4% das pessoas afirmaram que desistiriam de uma compra caso não confiassem que o desconto é real. Somado a isso, 51% dos consumidores responderam que o valor do frete pode ser um impeditivo para comprar na Black Friday, enquanto 49,2% e 47,1% destacaram a falta de opções de produtos (tamanhos, cores, modelos) ou notas baixas em sites de reputação como fatores para desconsiderar uma loja, respectivamente.

Daí a necessidade das marcas investirem, constantemente, na sua reputação a fim de ganhar a confiança dos consumidores, além de manter um planejamento para ter estoque disponível na data, de modo que não faltem opções dos produtos que se pretende anunciar no período da Black Friday.

Já na hora de quitar os pedidos, a maior parte dos consumidores parece já ter fechado um orçamento para data, sendo que 35,7% devem fazer pedidos acima de R$500. Outros 10,6% deve ficar entre R$201 e R$300; 10,5% entre R$401 a R$500; e 9,2% entre R$101 e R$200. Na faixa de investimento de R$301 a R$400, são 7% dos brasileiros que desejam desembolsar esse valor, enquanto 20% não definiram quanto devem investir no período e apenas 1,4% definiu investir até R$50.

Além disso, a pesquisa identificou que 19,1% do público engajado com o evento pretende antecipar a pesquisa por ofertas em mês, enquanto 18,2% deve começar a busca por promoções com quinze dias de antecedência. Já 13,7% das pessoas pretendem procurar as melhores ofertas somente uma semana antes; 4,7% apenas na véspera e, por fim, 7,9% vão esperar o grande dia, em 29 de novembro.

Para 57,7% dos consumidores, os sites de busca (como Google e Bing) serão a principal ferramenta para pesquisar as promoções. Em seguida, o público vai recorrer aos sites comparadores de preços (45,1%), mas também aos próprios e-commerces (41,5%) e às redes sociais, como Facebook e Instagram das marcas (35,1%).

Quando se trata de Black Friday, os consumidores conectados e por dentro do universo dos e-commerces preferem, em sua maioria (42,2%), pesquisar por ofertas e comprar online, sendo que apenas 22,5% afirmaram que devem pesquisar e comprar exclusivamente em lojas físicas durante o período da Black Friday. Portanto, a maior parte do público (77,5%) é influenciado, em algum nível, pelo meio digital – seja durante a pesquisa por promoções ou na hora da compra, demonstrando a importância de que as marcas estejam presentes nos ambientes online, mesmo que só atuem no varejo físico.

Por fim, o estudo revela também as categorias de produtos preferidas para esse ano. Com 53,8%, o setor de eletrônicos é aquele que promete vender mais. Em seguida, 47,3% das pessoas responderam que estão de olho nos eletrodomésticos e 40,7% nos itens de Moda e Acessórios.

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