Idade, sexo e até estado civil determinam valor do seguro automotivo

Além da marca e do modelo, as seguradoras levam em consideração outros fatores na hora de oferecer esse serviço

Da Redação

O valor do seguro nunca é o mesmo de uma pessoa para a outra, mesmo que as duas tenham o mesmo automóvel, fabricado no mesmo ano. Além da marca e do modelo, as seguradoras levam em consideração outros fatores na hora de oferecer esse serviço.

De acordo com a Smartia, em parceria com a TEx Tecnologia, as características do próprio motorista podem fazer a diferença no valor final. Quanto maior for o risco para a seguradora, maior será o custo para o proprietário. Entenda esses fatores!

Usabilidade

Quem usa o carro apenas passeios aos finais de semana paga menos pelo seguro. Isso acontece porque o veículo passa menos tempo na rua e, assim, corre menos risco de sofrer batidas ou até mesmo ser roubado.

Por outro lado, se a utilização é diária, os riscos são maiores e os custos também. Apesar disso, o seguro garante um ótimo custo-benefício, pois sai mais barato do que comprar outro automóvel — em virtude de um roubo, por exemplo.

Idade

Para as seguradoras, os motoristas de 18 a 25 anos estão em um grupo de risco, por se envolverem mais em acidentes. Como consequência, essas pessoas pagam mais pelo seguro, em comparação aos mais velhos.
Para se ter uma ideia, de acordo com estudos da Smartia, um jovem nessa faixa etária pode desembolsar R$ 5.945 pela proteção de um HB20, enquanto um homem de 26 a 35 anos pode pagar R$ 4.542.

Sexo

Mais cautelosas e atentas ao trânsito, as mulheres se envolvem menos em acidentes. Além disso, muitas delas preferem não dirigir à noite, período em que colisões e assaltos são mais frequentes. Por isso, o seguro para elas é mais barato do que para os homens.

Estado civil

Assim como as mulheres, as pessoas casadas também são vistas como cautelosas. Em geral, isso acontece porque elas não têm a vida social tão agitada quanto as solteiras e, muitas vezes, dirigem na presença da família.

Residência

O tipo de residência pode interferir no preço do seguro. Se a casa ou apartamento tiver garagem, o automóvel terá uma segurança a mais e estará menos vulnerável do que na rua. Com isso, a proteção do veículo sairá mais em conta.

Quando o assunto é o endereço do motorista, as seguradoras levam em consideração a média de assaltos do bairro. Em lugares mais inseguros, o custo pode ser mais elevado em comparação com localidades mais tranquilas.

Histórico de direção

Outro aspecto que a segurança pode avaliar é o histórico do motorista. Se o indivíduo tiver reincidência em infrações de trânsito, o preço cobrado poderá ser maior. Por outro lado, quem respeita as regras e não tem pontos na carteira pode ter desconto no seguro, dependendo do serviço contratado.

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