Quer visitar a casa de um designer… e comprar o que tem lá dentro?

É exatamente isso que a BossaNossaCasa vai fazer com venda especial de itens particular de Fabio Galeazzo, Com vagas limitadas e visita na casa do designer

Da Redação
Fabio Galeazzo / Foto: Divulgação

A BossaNossaCasa, é uma plataforma de venda com curadoria de móveis e objetos de luxo com história, ou seja, peças já utilizadas e que ganharão nova função em um novo lar. Camila Assumpção, uma das idealizadoras do site, explica: “Tem aquele móvel que não faz mais sentindo com o momento em que a pessoa está vivendo. E sabemos que sempre tem alguém interessado na história que os móveis e objetos de outras pessoas têm para contar. E estamos aqui para fazer essa ponte entre quem quer vender e quem quer comprar. É só abrir as portas e deixar fluir.”

Mas a grande novidade acontece no sábado, dia 10 de novembro. Pela primeira vez, a BossaNossaCasa promoverá uma venda especial física, e será na casa do designer Fabio Galeazzo, que colocará à venda todo seu acervo de mobiliário e peças de design e arte. “Não resistimos a tanta personalidade e a quantidade de peças incríveis quando visitamos a casa do Fábio, na mesma hora entendemos que era uma oportunidade imperdível para ele, para a gente e para as pessoas que terão a chance de comprar peças únicas”, diz Juliana Manfrini, sócia e idealizadora do Bossa Nossa Casa.

São peças garimpadas ao longo de sua vida. Muitas delas participaram de mostras de décor como Casacor, outras, estão registradas nas páginas de revistas e livros de decoração. São mais de 200 ítens catalogados entre mobiliário, obras de arte, coleção de objetos e peças assinadas. De Ettore Sottssass a Geraldo de Barros, de Paris à Nova York com direiro à escalas em Miami, Milão, Marrocos, Turquia, Índia, Israel, e claro, muita brasilidade!

Parte das peças já estão disponíveis no site, basta fazer uma busca por “Família Santos”. Vale lembrar, que grande parte dos itens, você só vai encontrar no dia. Então é importante reservar a data e enviar um e-mail para contato@bossanossacasa.com.br com o assunto “Eu Vou” para reservar sua vaga.

Conheça algumas peças e suas histórias, por Fabio Galeazzo

1 – Glass Milk – Quem me conhece sabe que os Milks sempre foram uma obsessão, viajei os EUA inteiro a procura dessas peças, um verdadeiro serviço de espionagem na busca dos mercados de pulga e dos bazares de igreja…bastava ter uma banquinha e lá estava eu.

2 – Parede Sensorial – Passou, sendo cada um deles carregando uma história simbólica dos homens. Guatemala, Portugal, EUA, África, França, Thailandia, Brasil, Itália, Argentina, Perú entre outros, todos juntos trazendo símbolos do inconsciente (máscaras, bichos, ovos, objetos cotidianos, objetos feitos a mão, relógios) que permeiam todas as culturas e falam de um único ser que está presente em todos nós.

1 – Luminária Naval – Olha que bacana essa luminária naval com lentes de aumento e dois comandos de acionamento, sem querer foi parar ao lado de duas peças azul da cor do mar. O formato minimalista da cerâmica azul denuncia sua origem escandinava e faz um belo contraponto com o rebuscado murano.

1 – Quadro – Quando vi a exposição do Takashi Murakami em Versailles fiquei atônito, eram referencias novas vindo de um país distante e ate entanto desconhecido que para mim simbolizava um novo momento da arte no mundo.Anos depois dei de cara com esse trabalho dele em Veneza, não resisti !

2 – Vaso Abacaxi – Esse vaso no centro da mesa que lembra um abacaxi comprei em Milão, aquela coisas que os Italianos sabem fazer como ninguém, tinha tudo para ser uma peça kitsch mas é um luxo!

Peças tribais talhadas à mão trazem consigo um pouco da história da nossa origem primitiva, já os vidros grandes são coringas, com eles facilmente a casa fica produzida.

O inusitado fica por conta do isqueiro americano da década de 50, dá pra acreditar que toda casa já teve uma peça dessas?

“O par de cadeiras tem uma história muito bacana, o tecido de assento ganhei de um cliente e é de fios de ouro, feito na Alemanhã pelo @sahco_ofiicial para o mercado de luxo.

O Relógio da marca Vitra (Geroge Nelson, 1948) eu ví pela primeira vez em NY, e toda a vez que olho para ele, eu perco as horas de tão lindo que é. O que eu mais curto no meu trabalho é essa liberdade de misturar peças de estilos tão distintos para contar novas histórias”

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