Você chora ao deixar seu filho na escola no primeiro dia de aula? Esse texto é para você

Isso faz parte do processo de adaptação da nova rotina e cada um vai vivenciar esse processo de forma diferente

Da Redação

É muito comum e natural que a criança crie elevadas expectativas com relação ao início das aulas. É tudo muito novo, inclusive as relações interpessoais. No entanto, assim como somos inundados de sentimentos positivos quando passamos por esse ciclo de nossas vidas, diversos pontos negativos também se fazem presente na vida de quem irá passar por essa situação pela primeira vez. O psicólogo Wilton Batista Cabral, do Hapvida, explica como devemos lidar com essa experiência.

“Para lidar com o primeiro dia de aula dos filhos, é importante que os pais se mantenham tranquilos, buscando demonstrar que está tudo bem. Isso pode ser facilitador para o professor que irá receber seu filho. O medo é importante para a sobrevivência, mas nesse caso é importante a demonstração de confiança no processo da experiência vivenciada por todos os envolvidos. Acredite, a criança está observando você e seus sentimentos, podendo corresponder conforme o que ele está observando”, alerta o especialista.

Além disso, os pais, segundo Wilton, podem se sentir um pouco incomodados com as mudanças de rotina, principalmente se for o primeiro ano letivo do filho. Mas isso faz parte do processo de adaptação da nova rotina e cada um vai vivenciar esse processo de forma diferente. “Mas se esse incômodo chegar a níveis muito altos, o importante é procurar ajuda profissional de um psicólogo”, completa.

Para identificar esses sintomas e amenizá-los, é importante que a pessoa esteja atenta para diferenciar uma aparente tristeza passageira de uma situação de tristeza profunda que esteja causando prejuízos importantes em seu dia a dia, assim como em seu meio social e familiar.

“Ocupar a mente com a leitura de um bom livro ou atividade física, pode ajudar, e muito no alívio dos sintomas, porém é importante lembrar que se esses sentimentos vêm causando incômodos pessoais e sociais. Podemos e devemos buscar ajuda terapêutica para passar por essa experiência da forma mais saudável possível”, finaliza.

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